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VINHO DE MESA: MITOS, VERDADES E COMO APROVEITAR BEM

 Confira as dicas da marca Dom Bosco para acertar na hora da compra e apreciar melhor a bebida




Uma taça para relaxar, acompanhar uma boa refeição em família e dar aquela esquentadinha nos dias mais frios, o vinho, especialmente o de mesa como os da marca Dom Bosco, vem ganhando cada vez mais apreciadores desde o isolamento social advindo da pandemia.

                                                                        



O vinho de mesa se diferencia dos vinhos finos pelo processo de produção e tipo de uvas utilizadas em sua elaboração. Enquanto os vinhos finos são produzidos com uvas viníferas (Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, entre outras) e normalmente passam por um processo de envelhecimento, os vinhos de mesa têm como matéria-prima uvas de mesa como Niágara, Isabel e Bordô.

                                                             



No processo de produção de vinho de mesa é adicionado um pouco de açúcar para agilizar a fermentação e dar um sabor mais adocicado e agradável ao paladar. São verdadeiros legados dos imigrantes italianos, que produziam seu próprio vinho com esses tipos de uva, muito comuns no Brasil.

Assim, vinho de mesa chama atenção pela leveza. É uma bebida descontraída, fácil de beber, que pode ser servida acompanhando queijos, massas, carnes vermelhas, aves, churrasco e pizza.

Devido ao seu frescor e sabor frutado marcante, o vinho de mesa também é ingrediente por excelência para o preparo de drinks variados, como batidas, coquetéis, sangrias ou cleriquot.

De acordo com Romildo Dalla Costa, enólogo chefe da CRS Brands, detentora da marca Dom Bosco, assim como vinho fino, um vinho de mesa de qualidade pode ser reconhecido pelo seu sabor marcante e versatilidade.

Para não errar na escolha na hora da compra o enólogo da CRS Brands dá as seguintes dicas:

- Não esqueça de que, primeiramente, é preciso que a refeição e o vinho harmonizem com as pessoas presentes na refeição. Leve em consideração seus gostos particulares e o quanto estão abertas às novidades.

- O vinho tinto está associado aos dias mais frios, por ser servido a temperatura a partir de 16ºC. O tinto seco, pelo seu sabor mais intenso, combina com pratos mais condimentados. Enquanto o tinto suave vai bem com pratos mais suculentos.

- Já o vinho branco é mais refrescante e deve ser servido a temperaturas mais baixas (em torno de 10ºC), por isso é um coringa para o verão. A bebida combina com pratos leves, como saladas, carnes brancas e pescados.



CRS BRANDS desde 1926 - A empresa, que se destaca entre as mais expressivas indústrias brasileiras de bebidas alcoólicas da América Latina, é também detentora de diversas marcas. Além da Sidra Cereser e dos tradicionais vinhos Dom Bosco e Massimiliano, a empresa produz a Chuva de Prata, o vermouth Cortezano, vodkas Kadov e Roskoff, aguardente 88, aperitivo com malte whisky Chanceler, e os espumantes Georges Aubert. Seus produtos são exportados para mais de 40 países na América Latina, África e Ásia. Saiba mais em www.crsbrands.com.br
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Mitos e verdades sobre o Vinho

Degustar uma boa taça de vinho é quase um ritual, seja para enófilos ou apreciadores ocasionais da bebida. No entanto, muitas dúvidas ainda pairam sobre suas qualidades, formas de apreciar e benefícios. Por isso, Joca Ururahy, sócio-fundador da HouseofWine, desvenda alguns mitos e verdades sobre a bebida.


1-      Vinho é bom para a saúde bucal?
Verdade. A bebida é boa para dentes e gengiva ajudando a combater as bactérias da boca que podem causar cáries e doenças periodontais.

2-      Uma taça de vinho por dia faz bem para a saúde?
Verdade. Estudos comprovam que o consumo de uma taça de vinho por dia traz inúmeros benefícios como melhora da função cardíaca, prevenção para complicações cardiovasculares, auxílio na estimulação da circulação sanguínea, o que mantém a pele mais elástica e vitaminada, além de reduzir a obesidade e o sobrepeso ao envelhecer. Isso se deve por conta do Resveratrol, que é uma fitoalexina, encontrada em maior quantidade em vinhos tintos. Esse antioxidante natural,presente no vinho, tem como propriedade neutralizar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento que seria a oxidação das células da pele. Mas vale lembrar que a diferença entre o veneno e o remédio é a dose, portanto, é recomendado moderação.

3-      Os melhores vinhos são os mais caros?
Meia-verdade. Não necessariamente. O valor da bebida se deve por conta da adega ou produtor que criou o vinho, ou seja, quanto mais prêmios e notoriedade maior o preço da garrafa. Também encarece o vinho o investimento realizado no processo de fabricação, como os de guarda, que utilizam barrica de carvalho de primeiro uso para sua fabricação. No entanto, existem vinhos mais baratos produzidos por produtores não tão conhecidos, com processos inovadores, que agreguem técnica no processo de envelhecimento, que conseguem ser tão qualificados quanto os mais caros.

4-      Vinhos que contém no rótulo “Colheita Selecionada”, “Seleção Especial”, “Reserva” ou que estão em garrafas pesadas são melhores?
Mito. Tanto no caso da garrafa quanto no caso das mensagens do rótulo são utilizadas mais como chamariz para atrair o público do que propriamente um indicador da qualidade da bebida. O que acontece é que, especialmente no caso do peso, ela pode ser considerada uma estratégia de marketing para mostrar um produto visualmente mais atrativo, passar uma nomenclatura que faça o público reconhecer o produto ou política de produção com aquele estilo de garrafa. Sobre o rótulo, na verdade, ele difere de País para País, onde possuem denominação de origem mas uma legislação que difere, como no caso Chile onde o vinho tem que passar tantos meses em barrica para envelhecer.

5-      Países quentes não produzem vinho?
Mito. O que a uva precisa mesmo é de amplitude térmica, dias quentes e noites frias para ficar boa.  Brasil, Israel e Marrocos são alguns dos locais que colocam fim a esse mito. O grande diferencial é a produção em terras áridas que precisam de uma boa irrigação para dar bons vinhos.

6-      Os melhores vinhos estão vedados em rolha de cortiça?
Meia-verdade. É inegável que abrir uma garrafa de rolha de cortiça é quase um ritual sagrado para os enófilos, mas isso não significa que os vinhos vedados desta forma são melhores. Os produtores de vinho buscaram alternativas que não interferissem na qualidade e que fosse sustentável, no caso, a tampa de rosca (screwcap).Um dos motivos é o TCA (tricloroanisol) um defeito que ocorre nas rolhas de cortiça quando atacadas por um fungo que provoca aromas desagradáveis na bebida. No entanto,estudos comprovam que a tampa de rosca (screwcap) possui vedamento melhor que a rolha, por isso, é mais recomendada para vinhos mais jovens, para consumo rápido. Já a rolha é mais indicada para vinhos mais envelhecidos por conta da micro oxigenação, que faz a bebida evoluir.

7-      Vinho branco é produzido com recursos de outras uvas, além da branca?
Verdade. A bebida pode ser produzida com uvas tintas, isso porque, a parte da uva que dá cor ao vinho é a casca. Basta no processo de maceração quando é extraído o suco da fruta, que é incolor, a casca não ficar em contato com o líquido e o resultado será um vinho branco.

8-      Qualquer vinho pode ser envelhecido?
Mito. A frase “Quanto mais velho melhor” nem sempre pode ser aplicada. Atualmente, são poucos os vinhos que se aprimoram com o tempo na adega, a maioria deve ser consumida de dois a cinco anos. Os pilares para um bom envelhecimento são os taninos, acidez e a fruta. Normalmente, são os vinhos tintos de grandes vinícolas ou os Premium que ganham qualidades com o tempo.

9-      Vinho tinto deve ser ingerido em temperatura ambiente?
Mito. Cada vinho tem sua temperatura ideal, portanto, não existe uma regra. Uma sugestão é quanto mais fresco mais gelado deve ser servido, assim como, ingeri-lo na temperatura ambiente se for mais encorpado. A indicação é consumir espumantes de 4° a 6°, brancos de 8° a 10° e tintos 15° a 18°.

10-  A melhor forma de armazenar um vinho é através de caves?
Mito. O importante ao armazenar um vinho é não ter incidência de sol, além de o local não ter grandes variações de temperatura e umidade. A alternativa para quem busca ter a bebida em casa são as adegas que podem ser das mais simples até as mais elaboradas. No caso, algumas funcionam como reguladores de temperatura externa, as do tipo “geladeira” com regulagem mais precisa e termostato mais fiel é as que fazem controle de temperatura e umidade, mais indicada para os vinhos chamados de guarda, auxiliando a rolha a ficar em condições apropriadas para manter o líquido perfeito ao longo dos anos.

11. O vinho pode ser falsificado?
Verdade. O vinho pode ser adulterado de duas formas, através da re-rotulagem, que consiste em tirar o rótulo de um vinho de renome e colocar em um outro qualquer com uma garrafa similar, e, reciclagem, que é manter toda a identidade de um vinho de qualidade (garrafa, rótulo) apenas preenchendo a mesma com um líquido de qualidade inferior. 


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